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quarta-feira, 2 de abril de 2014

Carmem

A vila ensolarada é triste,
lembra quando os escombros eram alegria
muito tempos antes de serem escombros.

A vida rasteja nas filas e eu olho o horizonte,
a pequena casa onde homens eram apenas homens.

A sombra da oliveira ceifada
recorda a colheita preterida

Agora o bosque é escuro e doloroso,
nao há mais tanta vida.

A vila ensolarada me faz querer a morte,
lembro quando eramos felizes
tempo distante.

Era essa a nossa sorte?

A tarde, o sol e a ausencia.
O punhal frio da loucura,

querendo escalar a minha auto-estima,
a vila e o sol me deixam cinza

aqui ja aconteceu vida.

Um comentário:

Bárbara disse...

Gostei bastante da sonoridade do poema! Parabéns