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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Leoa

Andei por duas horas, numa praça qualquer
em um ponto distante da cidade.

Voce parece feliz nas fotos,
aquele bilhete chegou a tempo?

A tarde engole o dia,
fazendo uma cama para o luar

acho que aquele era o lugar onde morava,
ainda mora ali?

Eu te esperei o dia inteiro,
por fim o embrulho na portaria,

espero haja tempo,
elas não merecem murchar...

Motocicleta de goma de mascar,
falso brilhante em um clube qualquer de esquina.

Não acredito em
Dylan
Beatles,
Elvis
ou 
Salvação.

Na volta as estrelas em novena
rezam brilhantes no céu de fim de ano.

As mesmas que ensaiaram canções e sorrisos
quanto nos vissemos.

Comprei uma passagem,
passado diz: não passo.

Antilhas, Caucaso ou o bar da esquina,
meus olhos se acinzentando em desolação,
copos, amigos,
mulheres e poesia.

A bonachice do meu bigode
a vida que é apenas rima
e as vezes nem é.

Pois é...

Agora desço as escadas,
um taxi seria melhor.

Garrafa em mãos,
olhos sabatados pela imaginação.

Feito canção de Noel:

sem luar
sem 
violão

Pouco importa agora,
queria apenas te dizer adeus.

Pretendo ir morar no Sol.

Conheci uma garota linda,
ela é uma mistura de deusa celta
e sacerdotisa maia.

Linhas de cobre e cores do verde profundo,

Iara,
Irene
 ou
Diana,

ninfa,
sereia
ou
musa

Pretendo morar no Sol,

noite dessas a lua veio admira-la
nua no exilio de meus lençois
eu a pintei.

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