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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Filhote de onça

Ela mora proxima aos passaros,
numa rua suspensa no ar

contra a poesia
não existe gravidade que baste

Cabeça nas nuvens
enquanto se canta o sol.

A cidade já distante,
lugar que seus pés devastam

Todas as tardes
vem com o sol
se impor.

E quando é maré alta
vem de onde está
molhar os pés

namoros acabar.

Elogios jocosos de quem
não sabe como se ver.

Jardim umido
onde estraçalha a juventude
Minha mão recolhe assim
o rude traço
que no poema desenhei

filhote de onça,
isso é tudo que sei.


2 comentários:

Maria Eu disse...

A poesia está em qualquer lugra, basta olharmos com atenção!

Beijinhos Marianos! :)

Youssef Igor disse...

Muito obrigado!