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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Todo o processo ( desde a criação até o criador)

A quieta imagem do homem,
projetada na pedra sonora:
poema.

O poema se arrasta feito a sombra primordial,
no chão e nas paredes das primeiras cavernas
habitadas por homens,

com ele tambem os mitos
que em versos foram contados.

Estrofes, rimas e onomatopeias,
centopeia artesanal.

A poesia nasceu no futuro,
escorregou pelo ralo
junto com a agua morna
que cai de um chuveiro
feito um haicai.
A poesia tomou transporte publico
com integração, ouviu pregação,
avisos de alerta e temporal.
Chegou por fim a margem final,
cruzou os braços e pulou,
acordou no presente,
viveu antes no passado.

O poeta suspeito que é só,
suspeito apenas ainda não houve aproximação.

Ele anda as ruas,
como se pudesse ler com o corpo,
cada pedaço daquilo que percorre,
seu olhar corre e dança e corre novamente,
pesquisa labios, cama, superficie ou fantasias,

O poeta suspeito
é tambem poesia.

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