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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Canção desesperada para uma jovem atriz (Novembro de 1935)

Vou remoer um amor antigo, para não cantar o encantamento atual. Quem sabe assim o tempo, esse que inveja tudo que cheire a eternidade, não se metamorfoseie em obstaculo ou duvida.
Eu vou cantar minha dor bem alto, só pra esconder do que já existe, toda a minha vontade de dar uma festa, em homenagem ao sorriso, ao perfume e a delicadeza santa de momentos assim, que nos vertem poesia e nos convertem em humanos.
Escrevi um verso triste, da minha dor só meu figado sente raiva, não importa agora, pouco importa agora.
Agora amanhã...
Como é suave o cheiro da mulher desejada. 

Eu pretendia escrever um verso,
um poema onde diria:

que voce é linda
e mantendo a rima,
voce é poesia...

Preciso entregar meu texto,
corrigir a metafora da vida

com a sintese poetica
aplacar o tempo.

Uma cidade inteira,
todo o universo,
um verso: tua beleza.

Amplo sorriso,
espaço, beijo e olhar,

quando te advinho 
sei pouco,
por exemplo gosta de vinho.

Quando convem 
penso comigo,
não, não na nuvem
mas ao teu abrigo.

Teu problema sou eu,
meu problema é comigo.

Eu peço um taxi,
sintetizo o cinza
e sei 

a poesia é finda.

(mais adiante outra poesia...)







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