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sábado, 21 de setembro de 2013

Um verso do Pedro

Andei duas quadras,
respirei e acendi um cigarro.
Não havia sorte nisso
e disso talvez não me lembrasse

não fosse perceber:
Dentro de algum momento lembrei.

luzes como o seu cabelo,
cachos e mechas claros
feito o sol.

Desdemona de minha mourice,
razão sertaneja por quem
desembanharia minha faca
armaria minhas armas
e outras pequenices

Meu peito e minha alma feito um só
só aguardavam a hora que enfim chegasse
te esperar foi meu messianismo.

o firmamento carrega dez moedas com teu nome escrito,
adiante do horizonte acharei isso,
conhecer voce era o meu destino.

Não há nada em meus bolsos ou casaco,
fez frio gravetos e cigarros,
mão suja de tocar a terra que te fez me chamar.

estendo os olhos e a sorte é pouca
quero te deixar se olhar

carta de netuno, pele de afrodite,
teu nome é praia e o teu reino é o mar
não há em mim o que não te acredite.

Por favor mais rum,
gelo, limão e aguardente.

Meu coração canta uma canção baixa,
suave como a lua
e triste como a cama solitaria

Não há mais amor,
acho que os tempos comeram meu peito,
deitaram dentro da noite.

Em mim faz festa o medo,
suave instante
que suponho  o depois
satisfeito o desejo.

Canto uma canção sobre o passado,
guio o olhar com pouco cuidado.

Moça é doce a vida
como é doce o teu beijo
tão desejado.

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