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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Um Soneto para Neruda

Teus olhos já estavam fechados desde algum tempo,
da terra de teus calcanhares restava apenas o vestigio memorial.
Tua voz forte e ancestral era agora apenas o eco triste de uma lembrança.
O poeta do povo, o amante dos amores humanos,

A terra foi tua residencia e o sal do mar, os caracois e as carrancas.
Em tua voz muitas vozes se sentiram maiores,
como quando surpreendeu aos homens cinzas pela burocracia sovietica
com teu verso de argila, imaginação e calor.

Há 40 anos partias, não para a eternidade metafisica,
não para o paraiso imaginado pelo delirio coletivo.
Há 40 anos teu verso já cantado por todo o mundo,

deitava junto as estrelas e ondas que tuas metaforas tornaram humanas.
Em teu canto, canto com certa inocencia e despreparo
o meu canto ensaio em tua homenagem: Pablo Neruda poeta do povo.

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