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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

A rainha só

A rainha é tão forte e só,
parece triste e quieta as vezes.

Ela quis alguém um dia
Ela quis alguém um dia

Seu vestido negro - mancha escura e solitária do palácio
Suas jóias, colares, coroa e posses - um sorriso sem brilho

Um poeta, um cavaleiro ou um nobre do reino rival.
Ela é tão só e dura consigo.
A rainha é tão forte e só.

E um dia acreditem...
Acreditem...
Um dia ela se apaixonou:
um poeta, um cavaleiro, clerico ou nobre de outra fé.

A rainha é tão forte e só,
ela é apenas uma mulher.

E os homens que prometeriam salvação
provavelmente seriam os mesmos que declaram guerra

Ela é tão linda, vestido de festa, salão e convenções sociais
Ela escuta sussurros e não sabe se sente medo ou se envaidece
Sem herdeiros e sem consorte

A rainha é tão forte e só,
um dia ela se apaixonou:
Um cavaleiro, quem sabe um poeta ou nobre de reino distante.
Seus olhos são cinza e ausência, nunca foi uma amante.

E os homens que prometeram salvação,
provavelmente são os mesmo que declarariam guerra.

Pelo átrio e através das horas,
passeia pela manhã acompanhada de seus medos.
Pequena mulher, linda mulher, triste mulher
ela é tão dura e calada:

quase se pode ouvir o peso de seus dias
enquanto tece junto ao sacerdote sua reza dominical.

Ela está tão só
e esse poema é sobre ser mulher
e esse poema é sobre ser mulher
e esse poema é sobre ser mulher

enxoval embolorado,
palácio de inverno e outras convenções

a vida parece a ante sala da espera,
ela aguarda a véspera do seu dia

E os mesmos homens que prometem salvação
são provavelmente os mesmos que declarariam guerra.







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