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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

escura.

A estrela, a lua e a noite giram
dentro do verso como cogumelos,
céu de veludo, carpete das minhas ideias.

O vinho alimenta e o rum abre o apetite,
no bar como no mar. A vida é questão de sorte

Na maré convulsiva das noites,
a sorte feito onda vem, cresce e quebra.

Não há morte, sorte ou amar,
na outra rua, outro bairro ou cidade vizinha.
Em outro planeta, outras estrelas,
agora lembra?

O tempo há de compor canções
e cantarei enquanto a vida brinca
e nos acampa em cercanias diversas.

Chega de conversa ou reza,
mulher não sei muito agora

olho o céu, a lua e o resto
seu sorriso. Que posso dizer?

Verso que sopra rimado,
tua hora é minha hora
e
é agora.

Mar construído com tua sobra,
hora que tarda e falha e tarda
teus olhos que são?

Pele queimada, olhos claros e profundos,
rasos olhos de onde vaza a luz e o calor.

Tua hora é minha hora
quando te abraço, a pele macia imagino
guardada em tecido, úmida e fresca

Rosa nervosa e perfumada, simbolo da anunciação.
Teu porte, guarda a proporção de uma colmeia,
zumbe em toda tua extensão o meu desejo e ideia.

Cabelos de fogo e vento,
dia luminoso contado por cada riso.

Já devia ter um filho meu sabia?

As minhas velas são da mesma textura que o vento,
sopram e são sopradas.
Com o dia a tua luz e com as noites noitadas.

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