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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Pedrinho!

Pedro acordou, não sairia de casa.
Alguma festa ou bar,
pouco importa, Pedro pouco importa
e com ele é sempre e sempre
tanto fez ou quase lá.

Ele agora sabe,
não está apaixonado,
nada mudará
e o monstro pulou de dentro da sombra,
uma lembrança veio para assustar

É tão real, parece tão cinza...
Pedro está desesperado,

sempre esteve, percebeu naquele instante
e a angustia de tanto tempo chegou de vez.

Um carro de policia chegou.
Fechem os livros, levantem as mãos...
Quando tudo o que se pode ser
parece menor que toda a coragem,
eles vão roubar sua namorada...

Oculos de sol, passeio de verão...
O primeiro do dia...
Agora estamos altos.

Por favor nos avise...
Por favor nos avise...

Pedro sabe, um dia será enforcado,
contudo segue queimando na fogueira dos dias,
recolham as armas, vistam suas fardas.

Ela sabe, ela saberia então ela sabe...
Guarde bem um segredo e por esse veneno morrerá.

Pedro quer ficar bem, não quer sair lá fora.

Ajustem as lentes, preparem as mascaras.
5º frota a caminho, espaço aereo intransitavel...
Sem sinais de luz, nenhum heroi agora, agora, agora...
As armas, o amor. O perigo, apenas o perigo.

Não nos ensinaram o medo,
nascemos inocentes...

Pedro queria ficar calado,
Pedro não queria sentir muito,
mas não duvida:

Sim ela sabe, saberia então ela sabe...

Pedro agora é apenas um corpo,
estirado nas horas, cercado de gente,
gritando seu nome, gritando outros nomes.

Pedro não esta apaixonado,
descobriu o que o angustiava e era apenas desespero,
tem pavor de gente, ama as multidões,
brinca de planejar cidades as vezes,
gosta de vitrines vazias,
Pedro, as vezes não se chama Pedro,
as vezes agora sabe, queria nem existir
ser todo e só a sua solidão.

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