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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Sobre Sinos e sinais ou um recado anunciado sempre que sinos tilintarem

Andei pelas ruas e pensei,
tomei onibus e olhei pela janela,
pavilhão de inverno,

meus pés querem que a andança acalme meus nervos.

Meu pecado mais doce,
acho que é amor.

Sorriso de sol,
voz de poesia,

sua canção cantada,
me faz seguir cego agora,

dentro do dia as luzes,
em cada hora anuncia o dia.
Atravesso a rua, gola levantada,

mãos nos bolsos, minha poesia
é feito a lata que o ultimo bebado chuta.
Pavilhão de inverno,
e eu te conheci em agosto...

Ele deve te amar, não é mesmo?
Espero que esteja feliz.

Pavilhão de inverno, sou o agosto amargo,
quieto no bar, onde sempre há uma cadeira vazia,
feito estar lá, fosse não estar,
envolto naquela hora, você não quis ler minha mão,

Noel Rosa, ela prefere Adoniran,
Edith Piaf, Paris e Elis Regina,
eu chamo por Amy e você atende se quiser,

ainda a amo
e é você que ando perseguindo em cada mulher.

Mãos dadas e coração no passado,
a lembrança de um outro tempo,

seu calor, sua força,
todas as manhãs de sol me lembram voce,
céu aberto ainda sou o mar a te refletir...

Na terra da liberdade, prendem um jovem,
chamam de traição, democratizar informação,

te escrevo bilhetes,
peças e poemas,
recados de como estou,

como vai você?

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