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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Bardo II

Um lugar onde os olhos não alcançam mais,
sem paz dentro das horas de ua madrugada veloz.
A vida desespera em cada instante, preciso acordar,
preciso fazer a primeira refeição e onde estou msmo?

Abriram as portas da Vila, para o triste bardo,
quieto olhar de quem com o dia veio,
seus olhos são de tom de castanho bem claro.
Carrega consigo um canto epico e uma voz de trovão,

seu coração quantas trovas vai doer, quantas dores em refrão.
Mas ele não é cantor dess Vila, seu olhar não se estenderá,
não o bastante para que sejam ceifados por alguma jovem.
Agora é tarde, tarde pois o ceifaram ainda cedo,

guarde seu peito, suspenda seu encanto, ele esta de passagem.
A sua espera, apenas o caminho, nenhum banquete ou festa.
Em seu peito um lugar, em seu olhar qualquer visão,
suas horas não conhecem a paz, ele só sabe essa canção

as vezes reza, pois é tarde, as vezes reza para não ser tarde demais.
em sua voz a marca, em seu rosto o peso, ele não veio para ficar.
Seu destino é seguir, pois seu caminho é o destino,
sua busca é o que pelo que procurar...

Já não amará, pois ainda ama, já não amará pois amou.
Em sua vida, como em sua poesia,
ele tem uma dor metrificada e um verso livre,
parece tarde, mas ele reza que tão tarde não fique.

Preparem as armas e celebrem a missa,
ele chegou, pouco importa,
pois nessa vida pouco importa o artista,
nem mesmo a ele cabe importar.

Já não viverá como os outros, beberá de qualquer copo,
tomara de muitas mesas, moças e outras formas de beleza.
O bardo entrou na Vila, mudou quase nada, muito pouco,
exceto que antes naquele lugar, não havia poesia.

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