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quarta-feira, 13 de março de 2013

Soneto VII

Quando voce saiu daqui, veio a saudade e perguntou assim:
que faz o resto quando o todo se desfaz?
Não respondi, mas ainda assim suspeito, não era a saudade
e sim o medo de nunca mais rever a paz.

Hoje eu ando bastante, meus dedos amarelo narcotico,
violentam forros de mesa e arranjos florais,
avidos procuram em qualquer detalhe a substancia que anule
o qe já não tem cura e não incomoda. Mas...

Eu ando tão sozinho. Chego a sentir dó, da minha pena,
a poesia que escrevo é tão simples e cuidada,
dói mais nela a minha dor, a poesia não entende o problema.

Meu verso sopra um vagaroso rumor de esperança,
dentro de mim e ao meu redor antevejo
essa valsa tomar corpo, feito uma novena.


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