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quinta-feira, 7 de março de 2013

Ferreira Castro

Atravessando a rua,
a visão tropeça no céu e
o horizonte escreve seu nome,
no alfabeto das nuvens
a fonetica imita o seu timbre
ao acordar,

seu rosto desenhado pela foligem
e a umidade da cidade,
nas ruas que são bilhetes,
não me deixando anestesiar,
a sua ausencia,
a sua falta ao por ai andar.

Os semaforos, como gurus
indicam o caminho e o tempo da travessia,
por onde ir e aonde chegar,
okay isso já uma escolha pessoal,

eu te supnho atravessando ruas e avenidas,
sorriso solar, olhos de explosão estelar,
em teu corpo orbita a minha busca,
destino irradiado de sal e flor,
porto onde o meu abraço
quer tornar-se oceano.

Tomando meu chá,
crianças giram e cantam a ciranda,
na clausura dos predios comercias,
meu refrão de chaminé
gira e grita por voce,
declaração eterna e universal
de amor e paz...

Afogado na orla de uma manhã ensolarada,
onde as letras conspiram
e formam o seu nome,
o garçon já se foi
o garçon vai te dizer que estive aqui

Refeição sem carne, pão sirio e vinho,
melancia como sobremesa
mantras e orações,

queria apenas te dizer:
assim como nesse dia,
que tambem seja durante todo o ano.

Ouvi os sinos tocarem,
no patio de um colegio que é igreja agora
o som que antes a hora informava,
ao cantarolar mealico e sisudo,
queria o mundo.

Toda a vida pelo ceu noturno e iluminado,
constelação de gargalahadas,
minha alegria é o teu abraço.

Atravessei a rua e não olhhei pro lado,
esqueci um pouco de supor voce quem sabe ali,
coisa de quem só segue,
sim eu apenas segui.

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