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sexta-feira, 15 de março de 2013

24 de Março

Hoje acordei de uma dezena de meses,
parece que os olhos cansaram de se fechar.

Pensei ouvir sua voz no vão ate a varanda,
eco da chuva fina que batizou essa manhã

Um estribilho de prata guiou meu instinto ate o telefone,
outra vez ouviria seu adeus?

O tempo d liberdade cehgou,
e achei tão parecido com apenas estar só

os sentidos traem e nos fazem supor imagens
no quadro complexo da solidão, sou a orla a se distanciar.

Talvez eu queria apenas dar uma volta por ai,
quem sabe o que estou fazendo? Nem eu me atrevo a supor,

quero sair e causar uma festa enorme, dessas de aparecer policia,
de embreagues se tornar delito e o povo na rua aflito, descontraido,

procurando o dono do som e o que diz a voz sem dono,
sei lá o que isso quer dizer, suspeito que a minha vida
quer ser liberdade, mas não há tempo ou espaço
onde voce caiba ou eu possa te escutar...

Essa manhã os efeitos acentuados da ultima estadia,
desapareceram por completo e só restou o gosto salgado da ressaca

e quem não quer a tempestade, hoje eu entendi, não pode abraçar o céu,
mas vamos lá, noite dessas, em algum lugar, quem pode saber?...

Eu tenho muito amor, mas não sou o amor,
por andar tão só me recolhi aos cobertores,

mas essa manhã o outono veio me avisar,
que lá fora eu posso ser maior que essa casa

então quem sabe dia desses eu te reveja,
mas suspeito muito voce vá me reconhecer...

Caso me reconheça, okay.
fica a promessa, te levo pra algum lugar bacana,
conversamos e te pago uma cerveja.



Um comentário:

Carol disse...

Muito bonita.