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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Circo

Todo o amor do mundo
todo o meu amor

Todo o amor do mundo
é todo o meu amor

Ajudei a anular,
olhe como construí a barragem
capaz de te deter de mim...
Sim eu me reconstruí assim.

Não existe mais, todo o amor do mundo,
todo o meu amor e sequer o que é meu ou o mundo.

Sequer o que é meu e sequer o que é o mundo.
Ninguém quis ouvir minha pequena historia?

E tudo se perdeu na ausência
como um fiel cuja fé titubeia blasfêmias

Montei um circo de absurdos
que me fizeram de lona

A trupe de agonias me fez em picadeiro
o espetáculo cinza do final do todo...

As luzes do meu terno mais noturno apagadas ao notar
o pouco caso do céu comigo e então eu decidi...

Voltar de onde vim
me recolher ao sono

Mas e se eu não mais sonhar?
Crianças vagam como mostrando o que já não sou...

A alegria para o desgraçado
é festa que não o convidaram

Pois doí saber cada sorriso
como se cada gargalhada pudesse ser sua

A triste piada do passado
debochando dos planos que se fez

É a lona que reveste a carne
é a carne que quer ser refletor

Ser homem bala e mulher barbada
ser jogos de luz e espelho ou apenas o domador

Sem praça para passear
sem inverno quente ou paradeiro

Que estampa a vida com cirandas e canções
que tinge o nariz da lembrança em vermelho

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