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sábado, 25 de agosto de 2012

Assobio

Assim ele foi ver e gostou
fez então de seu peito avenida
e uma antiga banda passou
como com ela ali e suas canções ele ouviu

Nada mudaria e nada ocorreu
assim pelos cantos ele enfim cantou
no luminoso espelho de seu olhar
na maré confortante daquele riso

Nada mudou mas também nada ocorreu
Numa cidade maior, pelo exercício de imaginar,
o sonho aprendeu a ser real

A vida olhou  o sol e então esboçou sorrir
Mas o peito já feito avenida na estampa do dia
vibrou junto da banda e supôs a banda
e junto da banda o tempo que não quis passar

E a noite enorme como uma fanfarra,
a vida se mostrou plena feito canção
pois a tarde chegou cedinho feito assobio.

Sendo paz se mostrou luz
e é tanta luz que nem se pode ver
ao fixar o olhar

Assim ele foi lá
foi ver e gostou
olhos que sorriem
sorriso onde se fixa o olhar

luminoso espelho do seu olhar
maré intensa de seu sorriso

Tem mais poesia agora
muito mais poesia
quando o dia é assim
feito tarde e assobio.

A cidade espera
a vida aguarda

Na praça um nome
e pra reza essa graça.

A cidade é um corpo o poema é um peito
feito avenida onde a vida é banda e a banda passa.

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