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terça-feira, 3 de julho de 2012

Flauta doce

As vezes ela chora
dentro do tempo ou ao sol na rua
pelo dia florando em calor
e a vida ela ignora

Mas ela insiste em falar
que tanta calçada
é só porque numa delas a gente
pode se esbarrar

E de repente assim novamente enfim
um cigarro ou um olhar
trocar telefone, tomar uma gelada,
matar uma tarde e só conversar

Mas ela que chora e as vezes até sorri
em qualquer rua ou outro lugar
me conta de coisas me fala de fatos
ocorridos e planejados
como se eu estivesse lá
bem ali do seu lado

E qualquer dia desses
calma então
que dia desses eu te encontro
por destino ou esbarrão
ou simplesmente por engano
no refrão de um poema
na melodia de uma flauta numa canção.

Pode esperar que eu te encontro
em silencio ou cantando
no alto pé de uma serra
ou numa noite que floresce
entre escombros

Pois eu sou um planeta evoluindo
na doce espera de um sentido
entre o olhar e a nação por nascer

mocinha de sorriso tímido e singelo
saiba que nos reencontraremos
feito patio em intervalo no colégio
meu destino quer te abraçar

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