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domingo, 20 de maio de 2012

Que horas são?

Refletindo sobre as suas conversas
distante e bem ao seu lado
escuto sua voz que é baixa e doce

Gotas estelares colorem seu sorriso tímido
quero crer que me notou ali te olhando as vezes
mas esse as vezes é quase sempre

Minhas botas Beatles
suas sapatilhas de Ballet...

Quero saber seu nome
seu signo e possuir uma copia do seu mapa astral

Pelo caminho até minha casa
janelas abertas e luzes demais
quem vai saber alem de você
em qual delas você pode estar

Aonde você vai quando se sente só
quantos anos tinha quando foi beijada pela primeira vez

ninguém pode responder
ninguém pode entender...

Eu tenho um verso sobre seu sorriso
e uns desenhos que quero te mostrar

Quero saber seu nome
e te convidar
para sair noite dessas 
nesse outono
algum bar ou um café
qualquer coisa que me faça
saber mais de você

Nenhuma canção para você até aqui
toda a poesia e o meu lirismo a oferecer

Gosto de te ver passar
Te perceber assim

Frágil imagem cujos detalhes iluminam 

E eu cheguei ai
sorri nervoso e disse:
Que horas são?

Espero não chegar depois
espero não chegar atrasado

Que horas são
e qual seu nome
que prazer te conhecer

Como eu gosto de te olhar
e ver você sorrir ao perceber...






3 comentários:

Wesley Tavares Nogueira disse...

Muito bom!Mas um conselho, mate esse seu lirismo rsrs; antes que ele te engane.

Delira disse...

Matar o lirismo parece tão drástico...

Youssef Igor disse...

O lirismo é eterno, morre os poetas ficam seus poemas e dentro da poesia ali esquentando a luz está o lirismo essa força maior que o big bang!