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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Que fase!


Agora pronto vou desenhar como um louco, escrever como um louco, poemas, cartas, bilhetes, cartazes e doar aos amigos, movimentos , garotas, mendigos, gente estranha na rua. Quero beijar e abraçar todo mundo, tou feliz é verdade, outro dia mesmo de tão eufórico, fiquei 24 horas sem piscar os olhos. Queria sair pra rua, queria bater um texto na minha maquina nova, telefonar pra quem não tenho mais o telefone, ver mil filmes, escrever umas dez mil peças, roteirizar umas tantas passagens da minha vida. Sim estou contente, não sei bem com o que, só sei que estou feliz, não pela situação atual do mundo, isso na verdade me indigna. Estou contente por algo misterioso, quero lutar, quero gritar, quero cantar, dar murro na cara, dar beijo, dar abraço, fazer festa e pular feito um bobo, quer saber? Tou pouco me fudendo pra quem quer fuder comigo, se guerra é guerra, pois que seja assim, mas o meu lado há de ser senão o mais armado, ao menos o mais amado e feliz!
Quero devorar as marés com o folego de um titão, sorrir como um desesperado diante da forca, dar saltos, rir alto, roubar doces de velinhas e trapecear crianças, quero colar cartazes anti-parlamento, antipresidente, anti-anti-tabagismo, que  acelerar de 0 a 100 em plena horario de pico na paulista, escrever um nome qualquer em algum muro e fazer novena pra que esse seja o muro dela.
Quero rasgar esse papel, rasgar cada poema, tecer com a malha resultante dos escombros uma rede que me sirva de tenda, quero acampar na porta de uma familia séria e  tadicional, dizer absurdos, como quem diz: eu te amo.
Quero gritar manifestos, gritas odes, sonetos que não respeitem a metrica pomposa dos movimentos, não quero ser vanguarda e nem quero ser o outro, quero apenas cantar com a luz faustosa dos postes do centro da cidade,  quero entender as interrogações enuanto  olho meus pés  seguirem tresloucados mesmo sem saber pra onde estão indo. 
É isso mesmo, todo o mundo nisso, toda a poesia disso, beber até cair, festejar até o mundo inteiro tornar-se um bloco só, sem o pressagio de uma ressaca catastrofia, deixar o depois para o depois. Eu só quero amar,, apenas isso, estou pronto para o amor, o outono chegou, poderia ser primavera, poderia ser o verão, poderia ocorrer o diluvio, mas é apenas o outono e dane-se as estações, eu vejo o céu quando olho o céu e isso já me basta para constelar minha vida e meus dias com meu sorriso e outros .
Quero um amor que de tão afetuoso, pareça delito para os insensiveis, quero o carnaval, quero ficar fora do ar, dessintonizando as estações vizinhas, fazer um batuque tão grande que o som das lagrimas se convertam em aplausos, entre os inconsoláveis!

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