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domingo, 8 de abril de 2012

Nítido

Com meus amigos entrei em tua cidade,
como um legionário romano com meus suprimentos
e a cabeça repleta de álcool e cansaço.

Quase estive por um triz em certo momento
mas inverti o jogo e conquistei uma possibilidade

Pois teus cachos escuros e cujo perfume imagino,
são as parreiras que anunciam a cidade que quero sitiar

Moça de versos onde a poesia feito maré
quer beijar e invadir
pra mudar meu verso prosa em verso canção
quero compor a canção que te retenha e inspire

Sorriso de segredo e raízes, manancial de meus olhos
e arquipélago onde meu delírio quer se estender

Me permita partilhar de teus suprimentos
prometo uma inquietante disputa entre nós dentro das noites

Percorrendo os dias para abstrair as impurezas da semana
na extensão de teu riso ver brotar um brilho de desejo

Preparei minhas armas para a expedição
não esperava reencontra-la em posto avançado

Tua presença inquieta a falange de meus sonhos
anseio por teu cuidado e pretendo te cuidar parreiral lirico

Cantei por seis meses ao redor de teu vilarejo
em minha galera retornei ao estagio inicial
remamos até a baia dos enforcados,
lá havia te perdido, mas era apenas um plano sei agora.

Retornei a noite do século para te convidar para uma bebida,
não é muito, mas estou ao redor de tua vila

De onde estou eu vejo ou tremo ao imaginar
tua pele que é mistério

O perfume de teus cabelos soltos envolvendo o meu abraço
que é o mesmo que teci para te envolver.

Meu cigarro irá te cobrir manto de vapor
véu alucinógeno onde pretendo seu olhar

Te suponho assim e eis meu verso que não é canção
destituído de rimas ou ritmo apenas arde ao calor

Verso lirico onde me acampo diante do mundo
moça de versos quero criar
a canção onde posso te alcançar

Musa moderna onde meus versos querem se expandir
poema chinês que quer apenas aprender a métrica do seu dia
e entender cada instante como um lugar.

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