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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Meu amor... Meu humor é acido.

Meus amigos contra você e os seus contra mim
Afinal saber a verdade é como entender
uma canção que traz saudades ao fotografar o passado.

Então vamos realmente tolerar essa ventania contra os barcos?

Em uma situação como essa, estar nisso por aceitação
enquanto o verão passa, o outono apenas começou aqui

Somos herdeiros de uma época atravessada por uma ideia sem encanto
somos o repertorio mais clichê de momentos juntos

Afinal como no filme vimos o barco se partir
colidindo contra a vida te pedi para viver sem mim

Por fim assim gelado te deixei junto de meu adeus certa noite...

Meus desejos contra os seus e os seus contra os meus
quando sonhar é o exílio pois a vida é um conflito,
teu bom dia é tua bandeira, suas palavras o ataque mais vil

Sou sua cidade, entre os sonhos que ainda insiste em sonhar,
minha loucura imita o som dos seus passos

Meus dedos tracejam o caminho
na melodia que seu pulsar segue marcando

Não é medo esse desejo
que seguimos ignorando?

Como é perturbador ver a verdade
na canção que cantamos pela mutua ausência.

Um comentário:

brz disse...

Poema denso, pesado como o ar frio que desce e dissipa o calor!