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quarta-feira, 14 de março de 2012

Soneto n° 27 ( pois 29 é um numero sem importancia )

Enquanto suas opções se anulam na eminencia de um dia
lá fora o vento empurra papeis amassados e planos
Janelas onde o passado acena e te impede com vida
a viver a poesia que juntos ensaiávamos e cantamos

Um lago de pedras atiradas desejando se realizarem
ouço o gorjeio da noite querendo dizer poesia
Vejo distante os sonhos que arquivaram rezarem
como mancha inquietando a cicatriz da ferida

Meu destino veio me acordar feito um sino que gritava
mas eu apenas abri os olhos e sem sair da minha cama
eu apenas pude escutar  o retino certeiro dizer

eu ainda estava com você e apenas sonhava
mas sonhos se refazem por quem os chama
Delírio é pensar que ainda posso te ouvir e entender.

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