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terça-feira, 13 de março de 2012

Minha poesia te tornará imortal

Você que minha lira tornou imortal
e tantas almas tentarão entender
como de tão singelo acaso em mim ocorreu
um amor assim que em você morreu

Outros amantes seculos adiante dessa poesia
cantarão seus amores com a lira
do amor que por você eu senti e sem saber
eu sei que todo o amor que emana é por você

Mas entre grilhões de reles filhote da província
criado com o leite extraído da barbárie
assentou tua tenda de querer por quem aprendeu o abc
através dos cães do inimigo de tudo aquilo que é você

Sim meu verso vai te eternizar também com amor
mas ouça agora moça que por hora me ignora
a farda azul que mantem a casa de seu ''amor''
tem nesse azul a ordem de reprimir quem o estado explora

Filhos de feras são monstros casulos de horror a explodir
e não adiante musica medíocre sequer clichês batidos
entre bestas a humanidade é artigo banido
pois da raça humana o uniforme é o inimigo

Será recordada como aquela que amei
não por canções ruins e filhos de assassinos
meninos o tempo envelhece e bestas obscuras
a magia do tempo faz ruir em uma variação da lua

Minha poesia te tornou imortal meu amor te fez maior
a técnica de minha lira verteu em em choro a canção
medíocre arpejo de quem se alimenta
de sanguinária e paterna e bestial mão

Minha origem é operaria e a isso nada se compara
saber que entre os meus não há cães de guarda
por isso meu verso te tornará eterna
pois poesia é criação  sutil demais para uma besta-fera.

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