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quinta-feira, 15 de março de 2012

A listinha dos livros mais vendidos

A dica de hoje, é coisa séria mesmo, falaremos sobre livros que nos fazem refletir bastante, sobre nós mesmo, ou pelo menos pensar que estamos fazendo isso, em tempos que livros como Lua Nova e Crepusculo, eclipsa a literatura e mancham a humanidade a mesma humanidade que pariu: Miguel de Cervantes, Woody Allen, Pablo Neruda, Jorge Amado e Walt Whitman. Autores como Stephenie Meyer, triunfam pois triunfa a ignorância e o absoluto mal-gosto, tipica cafonice medioclassista, mas então voltando ao assunto a minha dica é ler todos os livros de Augusto Cury, Stephenie Meyer, com enredos de superação sempre beirando o clichê de heróis super-dotados com frases fáceis demais, e ai si o correrá para você meu caro leitor a mesma pergunta inquietante na minha alma depois de espancar o meu bom senso a cada silaba vomitada, a celebre pergunta, após ler essas preciosidades da literatura: por que diabos eu fui alfabetizado?
A demência tem superado o quadro de uma patologia para uma unanimidade mundial, em uníssono a humanidade relincha as perolas do consumismo, com seus jovens com cabelos empastados brincando de ser vampiros enquanto outros exorcizam nossos impostos, parabéns!
Quando você lê auto ajuda é como se desse uma escarrada na cara de Shakespeare, ou violentasse Tolstoi, parabéns,quando você lê A Cabana, faz troça de tudo que conseguimos até aqui, cobre de luto a humanidade que pariu Camões e Fernando Pessoa.
Afinal vamos aplaudir o final da literatura como arte, e o inicio dessa masturbação massificante e ignoralizante dos autores de best sellers, que produzem como quem esta numa linha de produção automobilística, pois produzem para vender tão somente, bem-vindos ao mundo onde ser escritor é profissão, a reboque de sustentar truques de medíocres medioclassistas que sob essa égide se apóiam para obter apoio de seus pais, bem-vindos a arte pela arte, ou pior a arte enquanto produto, as mensagens vagas filosóficas baratas e medíocres, que qualquer vizinha fofoqueira supera facilmente, fico triste por Drumond, por Neruda e tantos outros, que mesmo sendo escritores de grande estirpe, nunca se calcaram em postos de poetas profissionais ou escritores por profissão, afinal isso é um dom e não uma carreira profissional, certa vez perguntaram a Neruda se ele não se preocupava em se dizer comunista, pois nos países comunistas seus livros vendiam sem pagar direito autoral ou propriedade intelectual, e o mesmo respondeu como de imediato, que se seu objetivo fosse vender livros não escreveria, montaria uma editora pena que isso não ecoa na cabeça de alguns pseudo- escritores, os escritores profissionais cuja a missão na terra e propagar seus best sellers como um cristão propaga a boa nova...
Vamos ler os clássicos, não são tão clássicos de se ler, não fazem mal a saúde mental e te ajudam a pensar melhor.

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