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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Até mais

Dessa vez eu caminho sozinho
abaixo a guarda e aguardo o que vem
com o olhos fixos na calçada
e as mãos no bolso eu persigo a sombra

Eu estava fazendo piada com a minha dor
mas a solidão veio aqui agora falar de nós
Parece que você não está bem com tudo
não tem tanta graça quando apenas nós rimos

Não ligue por favor se algo der errado
estou fora do ar desde aquele domingo
Não venha em minha casa eu não moro mais aqui

foi difícil seguir para sua facilidade
mas eu queria sua alegria e fiquei ali
Agora aqui é um lugar melhor e não existe você
sem remédio para o tempo essa é a vez do ultimo.

Não atravesse a rua se me reconhecer
não acene no meio da multidão enquanto chove

Estou caminhando dentro das horas
em um passeio temporário com a vida

Pequenas margens da lembrança não podem alcançar
estou deixando o espaço correr entre as luzes

As coisas andam ruins por ai não é mesmo?
Precisa conversar com alguém agora
por favor não me ligue essa noite
não moro mais aqui em minha casa...

Eu li no jornal essa manhã e nada falava sobre a vitoria
debaixo do tapete e entre os lençóis a vida retrocedeu.

Como uma criança sem fé ouço seu choro triste de retorno
não posso retornar agora como uma antiga canção de amor

Eu vou sozinho agora

Sem asas para dizer adeus
sem um lugar que não seja seu aqui

Estive ai sem querer e te amei primeiro
aparei minha liberdade para caber em sua visão
guiei meus sonhos de uma maneira sua
sem perspectivas para mim eu te imitei

Me tornei um lugar sem adeus
e era tarde demais 
Agora as vezes é um lugar
mas as vezes é um tempo perdido 
entre conversas estrelas bebem 
em um lugar distante no luar

Dessa vez eu caminho sozinho
abaixo a guarda e aguardo o que vem


Foi difícil seguir para sua facilidade
mas eu queria sua alegria e fiquei ali

Guardei o meu amor por você
esperei para dizer adeus mas agora: adeus...







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