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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Terno Chinês

Ela voltou para a cama essa manhã,
deitada em minha espera ela perseguiu a liberdade
e por um bom tempo eu apenas segui,
sacrifícios do tempo eu sei muito bem como é
e assaltaram meus olhos
com essa pequena ação estranha e solitária

Podíamos reescrever a historia o cara na TV diz
leio o jornal dentro de uma capsula branca
a transparência da minha dor guia o destino
entre normas e vida
eu peguei o carro errado para uma casa
onde eu jamais voltarei a pisar

Por favor destino seja menor agora,
estou cansado daquilo que não floresce
e meu piano esta triste com as notas esquecidas
e os livros não constam em um idioma aceitável,
nossa historia se tornou um folhetim,
sua historia divergiu da minha
em uma esquina do tempo
onde estávamos ocupados demais para o amor,
e agora que veio o verão tudo ficou tarde
seu numero não atende ao meu chamado
meu caminho não é mais no seu destino

E sua casa esta distante
distante como aqueles lugares
onde não pode chegar
é não é o espaço lá fora
é o que ruiu aqui dentro
estou perdido e sei
que quando te encontrar
eu não vou me reconhecer mais em você

Ela voltou para deitar em sua cama
e agora o novamente está disperso em filas
esta confundido em bairros onde nunca pisamos juntos
com pessoas estranhas demais
abrindo a janela do meu quarto
as cores vão correr para outra estação
sem o calor do dia
o peito opina entre as coisas pelas quais
vai dizer não...

2 comentários:

Anônimo disse...

Ocupados demais para o amor...

Janaina disse...

''o peito opina entre as coisas pelas quais
vai dizer não...'' É sempre tudo tão triste na sua poesia,triste,confuso e lindo demais...Um dia escreva sobre a alegria, não como uma lembrança,mas como algo que vive...