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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Carnaval sem bloco

Eu ando perdido assim
caindo aos cantos
sem um canto eu sei
ainda vou cantar
seu nome era meu canto
como eu era feliz
como eu te cantei
agora é cada um pra um lado
fica assim combinado
fica assim sem canção
é cada um de um lado
Eu prometo
dessa vez
é sem refrão
liga outro dia
alias liga não
me deixe em paz
eu vou sair
e se eu cair
é coisa de rapaz
é coisa de rapaz
sair e beber
e seja como for
mesmo se eu cair
agora sem você
pode crer
eu vou sair
e tudo que
acontecer pode crer
Eu juro dessa vez
eu juro pra mim
vai ser diferente
mesmo sendo assim
Agora é sem você
sem você a espera
dentro de cartas
entre filmes e lembranças
sem esperanças
sem reconciliação
apenas uma canção
sem refrão
sem refrão
Matando meu tempo
com os dias
sem paz
e o que eu faria?
Sentimentos...
Sentimentos...
O amor esta aqui...
Curvamos o destino
com feridas
sem poesia
você me deixou
apenas essa ferida
sem poesia
O amor está aqui
embaixo de um guardanapo
agora sem poesia
apenas guardado
sem sonhos
sem nada planejado
sem poesia alguma
eu vou pela rua
eu olho para o céu
buscando em vão a lua
sem poesia alguma
uma vida sem poesia
O amor esta aqui
guardando meus pedaços
sem cuidado algum
pois para onde você foi
nem mesmo
a esperança alcança
nada quer alcançar
e eu estou vazio
e é tudo vazio
sem poesia
sem esperança
sem um remédio eficiente
como sem pernas
como ineficiente
debeis opções
me circulam sem poesia
não há mais vida
não há mais alegria
Agora eu posso ir lá
mas é que lá agora
é lugar algum
eu posso ir a praia
e até só olhar o mar
ir ao museu e ficar lá
eu posso tanto agora
e tem horas
que nem quero
tanto poder
e era só poder
o bastante para poder
dizer que não as vezes
nem quero sair
tanto assim
pois já não há poesia
não há mais vida
e o samba esgotou a Vila
e a Vila inteira chorou
é que sem poesia
restou só mesmo o amor
e nem mesmo
a esperança conseguiu restar
agora que é
sem você
agora mulher
posso ser
o que eu quiser ou não
A verdade é que
agora não tem poesia
é apenas essa tristeza
doendo repetidas vezes
feito fosse um espinho
chamado refrão
doce ilusão
doce ilusão pensar
que  dia menos dia
o rio alcança o mar
é tudo agora
é tudo Ipanema
e já não há mais
problema e nem nossa senhora
o que tem para hoje
é só o agora
é só a vida
restou o amor
mas acabou a poesia

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