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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Jardim cardiaco

Entre placas e pesadelos recheados de temor
eu ouço o som entre os olhos da moça que jura amor
Tem dias como esses em que eu só quero beber
e tem dias diferentes onde eu também vou beber
enquanto o dia vem para cá de outro canto ele sai
Nada nos olhos ou na boca somente um coração
revirando esquinas e bares sem sequer uma canção
ainda ouço uma voz entre os passos ausentes e urbanos
toda a noite é tão escura e o coração tão vazio
É o pesadelo sem caráter devastando a união
e quando o circo chegou  encantou mais o macaquinho
que seu guarda amestrou
Mas olha ai eu não disse venha ver eu pedi
é o meu jardim nascendo renascendo mais bonito
cada canto é uma rosa e um perfume intocável já vem vindo
Para refazer meu sorriso e vem brotando um fruto
e lá vem já vejo florar a flor e é tão simples e limpa
que a vida não sabe como caber ou fazer crer
É que na verdade o amor-perfeito andou traindo
e a maria-sem-vergonha se deu a moralismos
mas tudo bem agora já está tudo em ordem
a sempre-feliz já florar e as margaridas que haviam
eu as ouvi cantar dizendo que vão partir daqui em breve
pois vão com o circo até acharem outro quintal
Mas tudo bem eu vou guardar o meu canto aqui comigo
até descobrir uma maneira de faze-lo maior
e quando eu descobrir um lugar onde o que é meu possa ser bom
vou me fazer ler boas noticias e cantar com alegria a solidão
enquanto isso eu vejo meu jardim reflorar
e sei não se dia desses não arranco do meu peito esse coração
e no lugar colco um canteiro de cravos vermelhos
para celebrar toda a anunciação

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