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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Cortejo

Um cortejo ancestral guia os peregrinos sedentos
eles olham a cidade próxima e sem enigmas lançam suas rimas
sem um amor que perdure entre os sentimentos
a loucura se encarrega dos dias que a dor vem entregar
Uma menina de olhos claros e beleza estranha
veio me dizer de esperança e eu fui com ela ver tudo passar
gente com suas cicatrizes e crianças em chamas denunciando atrizes
Sim eu voltei para o lugar de antes e ouço os passos da embarcação
enquanto ela diz quase tudo que eu senti
eu fico quieto e parado ali eu quase ensaio s gestos
daquilo que quase posso  ver
Cortejos azuis e vermelhos se fundem em meu olhar
e eu quase posso alcançar
a poesia da vida no seio da paixão
sim é ela e talvez nem seja 
e então eu apenas olho seus olhos a me olhar
no breve instante da boca que me beija
talvez nem haja tanto o que cantar
alem desse adeus bem rápido de quem nem sei o nome
e se enfim por ai eu te achar
o que eu vou dizer se você nem me notar
e eu nem sei dizer seu nome
pois nem sei como pude esquecer
de anotar seu telefone
enfim sem rima ou ou grandes ideias para rimar
eu só queria dizer desse cortejo
desse meio sem jeito que foi te encontrar
numa noite  eu te achei e na mesma noite perdi
enfim talvez eu queira crer apenas
então eu insisto em dizer
que talvez você não seja para mim

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