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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Valsa sem um titulo para o yom kipur

Um sol de outubro estreia entre meus olhos
como enlouquecendo meus sentidos aturdidos pela queda
numa paleta de cores ovais e dotadas de insensatez
eu persigo um caminho diferente a cada passo
como para despistar o que me guia dentro dessa ação
numa tarde repleta de vento eu persigo uma sombra
um pedaço de rua onde se passa só
pode despertar as noites já vividas
e nada pode apagar as manchas dentro de um lugar assim
Lembrei do que eu disse coisas de muito tempo atrás
numa disputa por um sentido irreal
todos estão perdendo suas chances de libertação
num momento em que nossas visas se perdem em lugares estranhos
eu vi o sol de outubro me fazer fechar os olhos uma ultima vez
ainda não chegou o dia ansiado
por aqueles que esperam por despir a solidão com a verdade
olhos se perdem na luz de uma manhã
como eu gostaria de ver seus olhos meu passado
mas lembre-se eu nunca fui muito respeitoso com as lembranças
meu espirito mais uma vez quer o repouso confortável das noites esfumaçadas
e nada seria capaz de me deter agora que sou meu novamente
com minhas mesmas novas armas preparo truques para distrair
as luzes entrando pelas frestas diante de meus dedos
eu anseio por uma liberdade que cause inveja a ousadia...

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