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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

José e Maria ou uma outra poesia

Me peça desculpas dentro de um pote de angustias
eu estarei curvado e mais um de meus planos
como um cadaver platinado pelo tempo eu grito
ela tem pés de barro e olhos de metal
como conseguir entender...
Dentro de uma quieta referencia a primavera
desligamos os aparelhos para deixar fluir
como num jogo aberto eu invento as regras
e quebrar a logica é o objetivo central
alguém me diz ok
e eu também estou ok agora
nada pode ser melhor
mas bem que poderíamos sair dessa hoje.
Alguem me diz coisas estranhas
e eu ando tão perdido
vai ver seja apenas o medo
dando voltas ao redor do meu desejo de viver...
Eu que ja beijei tantos labios que não eram meus
no lugar de outros eu ja estive até cansar
me perdi pensando em liberdade
quando eu sei que no final
nada é tão feliz
como a ideia de ser a eternidade
Hoje eu sai para ver o céu e o sol de outubro me disse
coisas iluminadas para me fazer sonhar
historias de outras pessoas que eu fiz sonhar
nunca me dizem coisas doces como eu desejo
nunca ouço eu te amo como eu sonho
meu delírio é um delírio
onde eu seja do tamanho do universo
para caber em algum coração
para poder dar sentido a essa poesia
Hoje eu vou sair a noite pra ver o céu escurecer
e me prometo não olhar aquela estrela sem chamar outro nome
que não seja apenas a alusão de seus olhos
verdes gemas de valor sem igual...

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