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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Aos críticos literários

Aos críticos de minha poesia
fico bem grato por tamanho manifesto
por festas que fazem com meu meu nome e fama
me afamando aos quatro ventos
fazem mais por mim fúteis manifestos
e assim sendo acho que em curto prazo
propagam meu nome mais
do que meu nome vale eu acho
A todos um brinde doce de meu copo
e a fumaça de meu cigarro
me pintem como o diabo
e de toda graça eu faço versos
não aos críticos literários
mas a vida que é bela e doce e santa
que é tamanha e nem sequer se espanta
com tão sujos comentários
vis ameaças vãs pobre piada
é você critico literário
com minhas noites gesto
o lirismo como quem nutre o universo
negras redes me encantam em ricos versos
tenho comigo todas as dores do mundo
pulei por isso um cem numero de janelas
contudo agora meu caro critico saiba bem
que quem é da boemia vive bem
e pouco se importa
com sutis diplomacias
calar a boca do poeta
é coisa sem democracia
contudo o poeta sabe bem
que não se pode calar a poesia
e dia menos dia a noite é a vida
e a rima uma continuação
e se me querem malvisto
pois bem eu me visto
com a métrica de sua satisfação
e se é para bem entender
e fazer crer toda minha composição
eu faço um verso bem rimado
verso de gritante poesia
com métrica alexandrina
que é pra num restar duvidas
e alimentar a critica
muito bom quem forja nomes
e por outros assina
mas é que acho bem melhor
cada um viver a própria vida
eu que tenho quase nada
um pouco ou o tanto que me basta
não qual a razão
para me chamarem de canalha
se meu passado me condena
deixo i juiz ser o tempo
certo que seu julgamento
sera minha justa pena
então meu caro critico literário
que aos poucos tece
em resumidos comentários
insultos  sujos e rasos
largos de profusa bestialidade
se meu verso não tem rigor
e minha poesia pouco humor lhe traz
peço que me deixe em paz
pois na guerra eu sou doutor
peça a D'us proteção
meus versos podem ser
piro que o Satanas
e afugentar de seu lar
toda alegria que sem poesia segue
por isso eu digo e repito
viva sua vida
deixe que a minha vida
eu mesmo vivo
então meu caro critico
não seja vil sequer seja cretino
viva sua vida
ache um amor
faça poesia seja como for
me deixe em paz com minha poesia
me deixe aqui com minha vida
que é ela e é a minha poesia...

Um comentário:

b.b disse...

Realmente, vivemos tempos sombrios!
A inocência é loucura. Uma fronte sem rugas
denota insensibilidade. Aquele que ri
ainda não recebeu a terrível notícia
que está para chegar.
Que tempos são estes, em que
é quase um delito
falar de coisas inocentes,
pois implica em silenciar
sobre tantos horrores.