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domingo, 11 de setembro de 2011

Tempestade Solar

Sons dentro de um lugar estranho demais
quantos graus lá fora até os caras sairem da escada
me socorra dessa quieta realidade
posso pedir luzes dentro de uma dança
sinto os anjos jogarem cartas com o luar
sinto as chances desfilarem dentro de uma lamina fria
sou seu espelho turvo
sua chance decaindo pela esquina
como um antigo feitiço de amor
Flores de papel se queimam em meu cigarro
agora estou doente dentro de seu vestido
batendo a proxima porta
rumo a estação final
um jantar exotico me esperaria se eu fosse outro cara
use minhas roupas quando for
desfile diante do acaso
e diga o que me disse a outro novamente
não quero dizer que te amei
o mais perfeito seria dizer que te usei
Sem respeito algum eu sigo marchando dentro da pior chuva de julho
como uma doença terminal eu vou crer 
sem muitas esperanças
eu vago entre crenças de feltro e crianças cegas
a algumas milhas em outro universo
devem haver sorrisos falso mais bonitos que o meu
estrelas de mentira guiam sonhos juvenis
e eu busco uma razão simples
Sons dentro da noite me perseguem como formigas
doce imperio de ilusões
recordei com o mar quando eu não era só
tempestade solares por favor me consuma em seu egoismo
não me deixe sair para a festa pois serei o proximo
a seguir rumo a sua casa como um louco
eu teria que te dizer coisas improvaveis
nada é comum agora
pelo menos não como era quando eu ainda estva aqui

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