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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Sem vento

Sem uma crença real para meus pés
eu fico olhando o barco seguir dentro do tempo
como uma tempestade de dor e angustia eu grito nomes
eu assisto um carnaval dentro dos outros
ela não pode chorar agora
e nem sei por onde ela está agora

eu poderia começar a contar as cartas de naufragio
livros de autores novos sem crença alguma
velas se apagando dentro de ideias
ela não cnsegue chorar com meus passos
estou pensando em dizer adeus e ir
crianças abrem a porta agora
como pesnar em coisas que não vivi

Uma saudade sauda a lua com farois de dor
e eu vejo as crianças cairem dentro do beco
estrelas chamando meu nome
faço sinais contra a fé e a esperança se despe
nada vai conseguir me levar agora
ela estava linda em seu vestido floral

Nada pode parecer perfeito
quando a bondade desperta os justos ja estão embreagados
não podemos tentar mais
eu não estou disposto a tentar novamente
por favor desculpe as palavras asperas de autopiedade
ela não vai dançar esse verão...

Pedaços de vidros embassando os vidros
como num sonho onde os animais falam
sem uma esperança em meus dedos
como eu gostaria de poder chorar
o cinismo saiu de casa e foi ver umas garotas no bar
olhei para o céu de setembro e as nuvens despiam a vida
nada está bom agora
mas nada é realmente perfeito
eu não sei onde a policia vai festejar
a corte de bebados está quieta demais
eu não sei  mais como falar
aquelas palavras que eu dizia antes...

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