Aos comentaristas


Devido uma avalanche de comentarios torpes e não identificados, decidimos que só aceitaremos comentarios devidamente identificados e que não contenham mensagens ofensivas, alias se comentar e se identificar, serão permitidas as ofensas. Quem quer debater, tem que ter coragem de se mostrar para que o debate ou critica seja fdemocratico! Okay cara palida?

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A dor

Por favor morra pequena dor em minha alma
enquanto voce estiver entre nós não haverá gloria
como ondas de calor banhando a febre
eu rastejo entre sinceridades escarradas
e desfecho golpes contra a iluminação
minha mente aquece os passos dentro da tarde fria
como uma mentira imaginada por cegos
ela prosegue com suas armas convencionais
soube de sua saga em uma conversa tola

Desarme as velas da insolencia estou caido dentro de mim
como um pedaço podre de carne doente
eu ouço sua voz firme entre as minhas maldições
de joelhos para o abismo consigo despertar talvez
apenas talvez eu consiga despertar para cair

Eu morreria por gloria
durante um periodo eu morreria
mas enquanto eu ando sozinho pelas ruas da cidade
ninguem parece entender muito bem meu nome
e eu não sei como dizer as coisas que preciso ouvir
acho que me deixei na porta de algum lugar
algum lugar lacrado pela autopiedade de um sujo descrente

Por favor morra pequena dor em meus dias
pois estou querendo sair com meus amigos
e arrumar dores de cabeça para toda uma eternidade
sim voce sabe que estou sozinho e voce ainda me acompanha
sim voce sabe como estou
e ainda me sustenta em crenças e efeitos de sombra e cor

quero me esconder dessa perpetua condição numa mesa qualquer
lugar feliz agora é onde eu não sei lembrar de voce
talvez eu recrie um mundo sem dor desinventando seu nome
não me chame como eu te chamava pois isso ainda dói tanto
isso ainda me faz pensar tanto em suas mentiras e como elas me afetaram
não sei muito sobre essas coisas agora
e até pensei que voce havia me mostrado como era

Por favor morra pequena dor em meus olhos
queria apagar as lembranças com um machado cego
ninguem pode entender até sentir
voce nunca sentiu então não me peça desculpas
como uma criança eu vou embora sem olhar para os dois lados
nunca param carros em minha rua
eles apenas seguem e somem sem anuncio algum
como se a chuva viesse e partisse
como se tudo dependesse disso e isso fosse um quase nada

um reinicio sem moral da historia
uma historia sem moral alguma
estamos vivendo um dia de cada vez
estamos vivendo como se não estivessemos mais aqui

por favor morra pequena dor entre os meus passos
eu quero ir com meus amigos me divertir
foi até bom enquanto era doce
mas quando a vida acaba o que resta
é esse desejo de apagar as lembranças...

Nenhum comentário: