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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Renascença

Nesse dia chuvoso eu vou comigo mesmo
e é sem erro e nem acerto que eu sigo assim
pode até ser que pareça ser que eu vou sem mim
aqui no centro de uma capital qualquer
eu ja prometi mil maneiras
e disse coisas com fé
pode crer venha me ver
confuso entre os pelos e os cabelos de outra mulher
e eu vou sim me entreter dentro de outros olhares
sem uma busca real
e assim sendo eu vou pra ser o jogo dentro de alguem
a canção de mais ninguem
com meus bolsos recheados de sorrisos partidos
uma criança espera nas escadas
cabelos claros tão caros ao meu olhar
eu tento alcançar o que ela busca
mas eu não sei onde falar...
Muitas ruas nesse centro onde eu estou
dentro da vida os trens numa capital qualquer
e ela podia ser luminosa
mas é tão linda essa mulher
a pouco uma menina e seus brinquedos de pirar
como eu quero essa mulher
dentro das ruas de um centro cinza e sem luz
eu nublo os contornos por onde eu vago
descrevo um arco dentro dos passos
eu persigo o sorriso ruborisado dela
quero saber onde mora
eu quero cantar seu nome
dentro da chuva nessa manhã
numa capital qualquer
eu quero me confundir em seus pelos e cabelos
ainda ontem era uma meina e eu vi eu sei
o breve instante da floração
o cheiro de novo novamente em encanta
mas o encanto perdeu o mecanismo da conquista
numa matematica insana eu já não sei como te trazer
os dedos apontam para fora do campo...
Eu sigo comigo dentro das manhãs frias
com a triste certeza de partir outra vez meu coração
sim outra nova velha historia começando dentro dessa manhã fria
e enquanto eu pego o trem eu vejo coisas do passado
como num tunel eu posso ver
dentro de uma capital qualquer eu vou
perigo com passos quietos e tremulos
o perfume que denuncia a vinda de outra mulher.




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