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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Poema para a primeira pessoa do singular

Quem é ele que nem sei quem é
seu sorriso é no olhar
tragico encontro de suas confusões
me dizendo de mares e amores
ele esqueceu o caminho parece
parece mesmo que ele esqueceu
seu destino de mar
seu olhar de menino
seu terrivel passado
o que lhe aguarda o destino
e ele nem sabe como é
ser assim para alguma mulher
seu encanto quieto demais
esse olhar sem paz
sua voz alta que perturba
eu sou apenas uma mulher
eu sou apenas mais uma mulher
e quero tanto ser sua
sentir sua mão firme me tornando nua
vindo comigo assim 
comigo para o que sequer sei
mas saberei logo ele vai me ensinar
e me fazer gostar
e me fazer gozar
eu sou apenas uma mullher
como tantas outras
apenas uma mulher
e ele vem com seu rosto mouro
com sua barba que arranha e ele conta historias
ele sequer me olha
ele provou do meu gosto
ele se fartou com meu corpo
ele é assim o que posso dizer
nem sei como dizer o que ele me faz
esse desassossego palpitando
como pedindo por mais
esse mar que ele é
essa doce ilusão me consumindo a veia
desabando o coração 
despindo a alma escarrando poesia de exautões
dentro de outros sonhos
construindo outros lugares
onde só ele está
parece entrega eu sei
mas como é
nem faço ideia o que é
nunca tive algo assim
pois algo assim não se pode ter
eu sou apenas uma mulher
eu sou apenas uma mulher
como outra qualquer
tantas outras e até mais
louca por ele
por essa voz esse olhar
ele como o mar
impossivel conter tanto sonho
desejo não pode represar
e quando ele vem
surge logo asim
dentro de mim essa loucura tonta
a sorrir pelas pernas
a gritar no olhar
fosse amor eu amaria
mas ele é repleto de sonhos
ele é como o mar
fosse amor eu amaria
impossivel conter tanto sonho
que ele não conta
mas se vê no seu olhar
desejo ainda bem
meu bem
não faz bem represar...

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