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domingo, 15 de agosto de 2010

carcereira

Vou fugir dessas celas dessas salas
não vamos mais escutar aquelas falsas falas
que apelam à calma ou a esperança à paciência
Como poderei chegar à ti, amor, novamente
se trago as prisões comigo; as grades tão rentes
Se não aproveitar a chance, também não pedirei clemência

A luz do sol dispersa as nuvens do fumo
abre-se a encosta, nas poças revela-se o rumo
e poderemos atravessar o desencanto e a cegueira
o chão é visível mas os passos não ouço
escuto as moedas roçarem-se em meu bolso
junto às chaves da memória carcereira

Se todos forem serei também livre a vida inteira.

4 comentários:

Thais Menezes Soulforsale disse...

Passei e absorvi um pouco do lirismo de vc, gosto do blog, compas. Saudações revolucionárias, Thais Menezes

Thais Menezes Soulforsale disse...

ops, vocês eu quis dizer, abraços, compas!

Rolando disse...

Olá. Bom dia!. Estive por aqui. Muito interessante suas poesias. Apareça por lá. Abraços.

Luara disse...

Lê, sua arte de usar as palavras é ímpar!
Adoro o que escreve.
beijos