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quinta-feira, 23 de abril de 2009

sur-realidade

observe os semaforos murchos sombrios do outono
sinais decaindo sobre os feixes do solo
semea e brota do asfalto o óleo amamentado no colo
e acalanta ao som da brisa automotiva seu sono.

à proxima estação há filas para que passem os bilhetes
o piso granulado, veja, é composto de moleculas de passado
reconheça-te em fragmentos num momento fragil, congelado
cabelos presos com os ponteiros dos relogios, o tempo filado por giletes

as gotas de minutos orvalheam, no ar pesado dos edificios modernos
tombarão aos pés, segurarás teu suor concreto novamente
assim que não deixares que as nuvens entempesteiem a mente
terás o caminho livre, nas ruas sem bloqueios, céus ou infernos.

2 comentários:

Yousseph Igor disse...

Do Caralho meu velho é disso q tou falando versos que dialogam com a cidadee tendo a cidade e o concreto com metafora e cenario e personagens porra pirei velho superou mesmo do caralho

Luara disse...

Só posso concordar com o Igor...
Adorei!