Aos comentaristas


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domingo, 26 de abril de 2009

megafone

Adoecidos fios, ácidos, correntes e vitrines
sopram causalidade virtual, satisfação, crime.
não existem extratos da fartura da indigência:
traga-se tudo para os esgotos da miséria
noticias diligentes, resistência de vime
aos sacos de lixo etérea adolescência
onde se apoiam os saltos, a vida séria,
os castelos da classe venérea.

Coletemos os restos de nosso não sei quê
estão pela calçada, ar poluído, sono insone.
por três horas para o transporte, não estarei com você
nem passarei o resto da madrugada ouvindo Stones
Levarei o complexo de juventude ao asilo zona norte;
iluminarei os rarefeitos passaros, nos parques de esporte
a que cantem antes do escondido alvorecer em megafones
e o despertar longe do ócio, não aparente mais um dia de morte.
Cantarão o cotidiano a ser mudado em brados fortes.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

foligem

te esqueceste que estaria de passagem...

parei na esquina empossada de lendas e propaganda
postes engomados, vidros refletindo a miragem;
pois eu via à ti, de cabelos ondulados sabor lavanda
me esqueço, o lapso de meu tempo não comanda.

o espaço em meus braços coletivos é um ponto sem imagem
e a noite chega coberta de foligem e desterro
que quase pensei em retomar os passos, no andor dos erros.

O silêncio ruidoso do ermo não me aborrece
mas ausência de algo que só percebo na ausência
espero sempre que seja tua tropical aparência
para que não pense que a existência é que escurece;

o verdejar dos campos do imaginário popular
tratarão do artificial da própria felicidade vulgar

mas o real do mundo fica, se nada faço amor, perece...

Tustool

Então tá tudo certo e combinado
eu finjo que não senti
e voce nunca me viu

voce toma outro caminho
enquanto eu tomo outra garrafa

um cigarro para nevoar a noite
um beijo
para levar de lembrança

e mando um abraço
para a Eva e o pessoal do bloco C
que agora vai ser assim
e promete
se alguem perguntar diz que eu morri.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

sur-realidade

observe os semaforos murchos sombrios do outono
sinais decaindo sobre os feixes do solo
semea e brota do asfalto o óleo amamentado no colo
e acalanta ao som da brisa automotiva seu sono.

à proxima estação há filas para que passem os bilhetes
o piso granulado, veja, é composto de moleculas de passado
reconheça-te em fragmentos num momento fragil, congelado
cabelos presos com os ponteiros dos relogios, o tempo filado por giletes

as gotas de minutos orvalheam, no ar pesado dos edificios modernos
tombarão aos pés, segurarás teu suor concreto novamente
assim que não deixares que as nuvens entempesteiem a mente
terás o caminho livre, nas ruas sem bloqueios, céus ou infernos.

velas

Velas, corisa nas paredes exaustoras
todo o interior é um pouco de fora
e tudo o que dizes é em boa hora...
não me contenho, venho a queimar no barbante
me ponho; e me vejo distante
tu dizes, é certo, o aparente
é nada agora, escorre agoniantemente
com a chama vivaz a escuridão dilacerada pulsante:
é nada agora, desmancha, remora
perde; tudo que dizes é em boa hora...
tuas pálpebras rosas de castigos difusoras
não suportam a recusa do tempo pedante.
não sonho, risonho cerro os olhos castanhos
o depois não é futuro nem presente estranho
é o ardor tépido, findando o amor do amante.

sábado, 18 de abril de 2009

Tardinha

A Tarde chegou para apagar meus olhos
com seus carinhos pavorosos
na boca entre aberta da noite
ensaiamos um sorriso
eu e a tarde,
eu a sorrir
e a tarde a entardecer.

Num carrossel azul
sou a angustia girando

feito vertigem triste
apenas angustia em tudo.

Folheando as paginas do outono
no inicio de nossas coisas

apenas apagando o que nasce
dando lugar ao que já veio.

A tarde chegou desabotoando o céu
para a noite vir despida de nuvens
com sua anatomia de estrelas
para enfim servir
aos olhos cativos e cansados
açoitados pelo sol.

Paigagn

Quanto mais eu posso ir assim?
Se tenho tanto
e o preço que pago
parece menor
que aquilo que destruo
no exato momento
que faço de mim.

Bolsos vazios e ruas desertas
sem regras ou planos
o que restou foi essa vontade,
feito sede de algo absurdo e bom
dentro de algo ruim e feio,
numeros dançam em folhas,
uma semana ou duas;
pouco importa
se passei ou se são voltas apenas...

Veias abertas
mais um sinal fechado,
e posso sentir a realidade
dizendo adeus,
feito moça relocada
num lugar da moda,
pouco convencional.
Quanto mais eu posso ir assim?
Alguns motivos reais para escapar
e outros que me ocorreram agora,
pois é tão bom e tão pouco sempre
apesar de feio e ruim depois...

Como um astro decadente
sempre com alegorias conhecidas demais
voce entende muito bem
as coisas que tento esconder
e o medo que encosto
qual taxi dentro da paisagem.

Jogando com minha sombra,
meu passado e os temores
dentro de uma sala apenas assistem.
Quando será?
O que é final?
Palavras cospem em meus olhos
enquanto componho uma prece,
precisamos dançar essa noite - eles diziam.

Uma disputa cruel e sadica
onde se ganha ao passo que perdemos,
frio dentro do que vejo,
meus olhos fogem de uma luz idiota
enquanto a repressão desconfia
do que toco ou sinto,
tempos de tristeza
dentro de um recipiente.
O asfalto me fez crer nas nulidades
dentre elas essa loucura
e quanto será para ser assim como estou
e tudo que desejo agora,
ser como eu era
mas é impossivel
ser tudo o que voce me roubou.

Um passaro voa azul dentro dos sonhos
e ele me diz:
Vê o céu azul da noite,
a noite azul e cansada e triste
agora olha as estrelas
luzes pequenas de angustia dentro de sua dor.
Tudo quanto vê é teu sonho
portanto é voce
e a parcela triste e vazia
do que sente,
é exatamente onde sua alma está.

Bolsos vazios e ruas desertas
sem regras ou planos
o que restou foi essa vontade ,
feito sede de algo absurdo e bom
dentro de algo ruim e feio,
numeros dançam em folhas,
uma semana ou duas;
pouco importa
se passei ou se são voltas apenas...

Como uma criança sem tempo para ser criança
minha alegria não tem tempo para ser minha
e isso me fez lembrar de voce...
Se posso andar agora
e meus olhos não desconfiam
é que o medo trouxe tudo
para um lugar bem limitado e chato,
mas estrelas são a loucura do céu,lembra?

Canções de paz e força,
esqueci como se faz para ser uma canção
e talvez até mesmo isso
seja uma razão improvavel
sem força ou santidade,
mas enfim esse foi meu pecado
vai ver eu nem saiba o quanto gastei de mim
para ter tanto disso
que não costumo ser.

Um passaro voa azul dentro dos sonhos
e ele me diz:
Vê o céu azul da noite,
a noite azul e cansada e triste
agora olha as estrelas
luzes pequenas de angustia dentro de sua dor.
Tudo quanto vê é teu sonho
portanto é voce
e a parcela triste e vazia
do que sente,
é exatamente onde sua alma está.

Veias abertas e
mais um sinal fechado,
posso sentir a realidade
dizendo adeus,
feito moça relocada
num lugar da moda,
pouco convencional.
Seus olhos tristes como tendencia
alguma coisa do passado
feito releitura pop da dor,
tons de azul e verde
trazem o frio para nossa distancia
quando foi que deixei de embalar
as trovas e fios
na composição dessa alegoria simples.

Nunca mais ouviremos nossas vozes?
E aquela vez era para ser eterna,
mas tudo acabou assim
e eu como um demonio sem tregua
para deus e seus anjos
fiz o favor de me perder com sua vaidade.

Como um astro decadente
sempre com alegorias conhecidas demais
voce entende muito bem
as coisas que tento esconder
e o medo que encosto
qual taxi dentro da paisagem.

Aquela noite...
Ah... meu unico amor
aquela foi nossa despedida azul,
modernos que somos
sempre mais e mais um pouco
até o inevitavel.
quanto mais até ficarmos assim
não me deixe descer...
Mas voce me deixou ir
e o que escapou enquanto eu ia,
custou demais achar
e ver,que não é mais
como era,e eu fui ver
mas ver só me fez crer,
tudo que eu era e tinha voce roubou
para agora serem parte de voce.

Um passaro voa azul dentro dos sonhos
e ele me diz:
Vê o céu azul da noite,
a noite azul e cansada e triste
agora olha as estrelas
luzes pequenas de angustia dentro de sua dor.
Tudo quanto vê é teu sonho
portanto é voce
e a parcela triste e vazia
do que sente,
é exatamente onde sua alma está.

Uma jornada por mais e até limites
onde estou e o que desejo
só me faz ver
o que eu desejo
e o quanto tempo eu tenho
para gastar com o que quero ter
para acabar com o resto.
Não me deixe descer agora
nunca deixe - eu dizia.
Mas voce me deixou...

Promessas maiores
que minhas alucinações
feito luzes rabiscando
um céu estranho,
quantos dias o branco
como inicio e fim,
num cliclo bom e baixo
de alternanças e venturas,
maré de desejo e beatitude
onde crianças se movem
como golpes de seda
e rajadas de luz
dias e noites o branco
como inicio
e apenas
o inicio
como regra.

Confortavel pelo que sinto
e quero sentir,
ainda sinto
e me faço sentir
dentro do que tenho
e faço forçar
até ser só meu desejo
e eu dentro de mim
e para todo o mundo
apartir de tudo
que toco
sinto
ou cheiro.

Ruas desertas de seus olhos
como uma atriz linda
num filme antigo
mas ainda capaz de fascinar
ali naquela rua por onde passo
noites como essas
e outras até,
lembro que as estrelas
são as alucinações de deus,
algo que eu disse um dia,
já não digo mais isso,
mas lembro bem do dia...

Com meus bolsos vazios
e os olhos repletos de neon
e anuncios comercias
de puteiros e boates gls,
sigo meu caminho
dentro da lembrança triste que o neon
impede de meus olhos refletirem
mas o reclame maximo disso,
voce pode constatar
são as poças da agua
por onde adivinho seu nome
em letras que só eu vejo,
eu chuto latas
e tomo um porre,
invento historias estranhas
e até uma briga atoa...

Nunca mais ouviremos nossas vozes?
E aquela vez era para ser eterna,
mas tudo acabou assim
e eu como um demonio sem tregua
para deus e seus anjos
fiz o favor de me perder com sua vaidade.
Seus olhos tristes como tendencia
alguma coisa do passado
feito releitura pop da dor,
tons de azul e verde
trazem o frio para nossa distancia
quando foi que deixei de embalar
as trovas e fios
na composição dessa alegoria simples.

Seremos isso o que vemos
serei o que sonhei
o que fiz até chegar onde desejo ir
talvez eu até seja só metade do caminho,
quanto a voce não sei
mas posso me arriscar,
nada vai mudar até voce mudar
e se a casa é o problema
sempre existem desculpas
aceitaveis para se viver.
Voce poderia ter sido outro lugar
aquele canto que desde criança sonhei
e por um instante pude ver em voce.

O asfalto me fez crer nas nulidades
dentre elas essa loucura
e quanto será para ser assim como estou
e tudo que desejo agora,
ser como eu era
mas é imossivel
ser tudo o que voce me roubou.

Um passaro voa azul dentro dos sonhos
e ele me diz:
Vê o céu azul da noite,
a noite azul e cansada e triste
agora olha as estrelas
luzes pequenas de angustia dentro de sua dor.
Tudo quanto vê é teu sonho
portanto é voce
e a parcela triste e vazia
do que sente,
é exatamente onde sua alma está.

Tudo está
mas só voce pode ser,
isso é mais do que uma dose diaria
e bem melhor que um trago
mas estou cansado de caçar
por algo que perdi e
a impressão de nunca ter,
dia e noite dentro de mim e mundo afora
reclinado numa mesa
para enfim ver o branco como conforto
quando é só euforia,
estou cansado de fugir,
afinal esse correr da caça
não é algo proprio de um caçador.

Inicio e fim assim
tudo é tão fragil e bom agora,
logo depois é que vamos ver
o quanto de mim resta,
nesse sorriso doentio
de quem esta sempre a procura,
dentro de mim e agora e sempre
me enfeitando
para mostrar
quem manda e faz comigo
tudo que toco sinto e cheiro.

Não me deixe descer agora,
quando a verdade é que voce
me deixou.
Confortavel pelo que sinto
e quero sentir,
ainda sinto
e me faço sentir
dentro do que tenho
e faço forçar
até ser só meu desejo
e eu dentro de mim
e para todo o mundo
apartir de tudo
que toco
sinto
ou cheiro.
Tudo está,
mas só voce pode ser.

Tudo quanto vê é teu sonho
portanto é voce
e a parcela triste e vazia
do que sente,
é exatamente onde sua alma está.
Voce poderia ter sido outro lugar
aquele canto que desde criança sonhei
e por um instante pude ver em voce.

Promessas maiores
que minhas alucinações
feito luzes rabiscando
um céu estranho,
quantos dias o branco
como inicio e fim,
num cliclo bom e baixo
de alternanças e venturas,
maré de desejo e beatitude
onde crianças se movem
como golpes de seda
e rajadas de luz
dias e noites o branco
como inicio
e apenas
o inicio
como regra.

Manchas de vida
sujam seu véu de afetação e força
para enfraquecer
quem torce por todos
e esquece de mim,
passei a contar os dias como um a menos
dentro da bruma escura
entre as ramagens entre os trilhos,
feito um lunatico ou um cego
me enforquei nesse vivio por prazer
em ver voce sentir a dor por mim,
quando eu só sei sintir isso por voce,
tão doentio pareço,
mas me esforço em desaperecer
e quase sempre estou bem do seu lado
só para ouvir bem de mansinho
enquanto evita,
ouvir escapar meu nome.

Ruas desertas de seus olhos
como uma atriz linda
num filme antigo
mas ainda capaz de fascinar
ali naquela rua por onde passo
noites como essas
e outras até,
lembro que as estrelas
são as alucinações de deus,
algo que eu disse um dia,
já não digo mais isso,
mas lembro bem do dia...

Sonhos vem como fantasmas sedentos
por nossas vidas e projetos,
mas meu coração jovem esta doente demais
para causar desejo
ou excitar algum demonio,
eu deixo minhas veias seguirem
para onde
elas podem me levar,
sou mais um desses caras
tentando alguma coisa
com voce.

Leio meu horoscopo todos os dia
mas e dai se não há
estrelas capazes
de me guiar ou convencer,
seus olhos tristes como um filme antigo
me ensinam sobre atrizes
e seus truques imorais,
me ensinam sobre
o que voce deseja
e minha vida não quer dar.

Dias e noites dentro de mim
indo e vindo em busca
de loucura e tempo,
incrivel é ver como é tudo
tão pouco e o maximo sempre
em meus olhos se vê o que acabou de ir
mas cada vez volta mais cedo,
engraçado como um filme russo
triste como sua vida vazia
pensar que chorei
lembrando de seus pensamentos.

Uma jornada por mais e até limites
onde estou e o que desejo
só me faz ver
o que eu desejo
e o quanto tempo eu tenho
para gastar com o que quero ter
para acabar com o resto.
Não me deixe descer agora
nunca deixe - eu dizia.
Mas voce me deixou...

Bom-mocismo II

O bom-mocismo é nojento,a geração saude,açai e outras porcarias,falam de revolução,como se a revolução fosse uma das mulheres feias que conquistam com seu apanhado de frases roubadas de algum classico da literatura que leram,assim por cima,numa tradução mediocre e ruim,veneram uma corja de bunda-moles,como se fosse vantagem ser covarde ou fujão,embreagados com uma cervejinha atoa,casa,caminha e pronto,recriminam quem vive a noite,como se fosse um novo pecado,viver mais que o bastante para ser necessario algum riso,daqui a uma decada todos joviais em suas cadeiras ensebadas de universidade,com o escroto gasto de tanto terem o saco puxado por outros vermes,geração saude como eles,incapazes de ser alguma coisa alem de leitores de quem se importou realmente e correu atras do que era ação.Criticos do real e necessario,se masturbam diante da realidade,sempre escorados na advertencia dos fracos,a critica de quem não fez,mas viu,viu e não fez porque tava errado tentar mudar o que estava errado.Olha pra mim,olha um pouco vai,sou o exemplo entre as escoteiras desse verão,não bebi,só trepei com uma menina,não fui a festas de gente cabeça-feita,recriminei o aborto e marchei na passeata em memoria dos 40 anos de ditarura no Brasil,leio bons livros,assisto cinema europeu,falo uma ou duas frases em frances pra mostrar que sou descolado e inteligente demais.
O bom-moço,esse exemplar etico e sisudo daquilo que devemos combater,se perfilando entre os oradores da revolução,com seu discurso pronto e afiado,repleto de termos complicados,dentre eles o chavão complexibilidade,completo mesmo,eu vou dizer o que é,complexo e complicado mesmo é um desses branquelos de classe media,fazerem alguma menina gozar,diante de suas espinhas obvias de punheiteiros de plantão,como eu queria ter uma religião que não fosse obvia e real,minha religião não é uma observação utopica do horizonte,não tenho encantamentos sexuais por terminologias cientificas ou filosoficas,o aqui e agora ja me servem como razão e combustivel para ser o que sou,para fazer o que quero e desejo fazer,ateus cultuando mortos e velhos,só pra saberem,faz bem viver,o pedreiro não saca qual a onda que os embala nessa marola celibataria e pudica,o inverso de um valor,representa exatamente o correspondente ao que vale o que ele se contrapõe,moralistas,que tal fumarem unzinho e depois virem conversar um pouco,talvez em seus passeios por mostras de arte e cinema,tenha passado batido a frase:Seja Heroi,Seja marginal.
Pois é...O mundo é maior que uma tradução mediocre de um grande autor,e ainda maior que um apanhado de frases para impressionar garotinhas feias e com o pessimo habito de se fascinarem facilmente,a teoria pode ser a camisinha para o germe do radicalismo vulgar,mas qual a importancia de um metodo contra-ceptivo numa casa de repouso geriatrica?
Posso até ser um radical do acido,um perdido numa geração de saudaveis e sãos,contudo esses meus vicios de realidade e vida,me dão maior folego que uma punhetinha atoa,no lugar de uma dosesinha de uisque,o mundo é maior e tão grande,vale a pena viver,mas entendam vida como algo maior e mais viril que se trancar com dicionarios e tomos de uma leitura importante apenas para se pavonear.
O criterio da verdade sempre foi a pratica,e não uma defesa rebuscada de palavras enfadonhas.O que importa todos sabem,mas o importante agora é como fazer para mudar tudo,e certamente não serãos tipinhos afetados ou revolucionarios de academia que irão mudar algo.Coito anal pode até não derrubar general,mas garanto que iria ajudar bastante gente a se resolver sexualmente,coisa que tenho pra mim,resultaria na possibilidade de deserção de uma hoste de pseudo-revolucionarios bravios.Um soco na mesa é só um soco na mesa,mesmo que essa mesa seja a de um banqueiro,uma palavra é tão somente uma palavra,fale uma palavra perto de uma criança e ele repetira,mesmo sem saber o que significa,condicionamente não é uma ideia nova,e a isso podemos chamar de totalitarismo,o precursor nem tinha o ensino fundamental sabia?Chamava-se Stalin.Suas novidades,cheiram a morfo e fezes,mas tudo bem voces farão a revolução,com seus leitinhos quentes e a impressão de que nunca,nunca chegaram de ressaca num encontro pela manhã num sabado,consola dizer que suas garotas são feias e mal-amadas,consola alguma coisa,dizer que faz bem a saude se afastar do povo,pois é exatamente desse fruto que provam,o gosto doce da afetação branca da classe media.
O fetichismo no que é mais perigoso,uma especie de contra fetichismo,espero que mentes grandiosas entendam o que estou tentanto dizer,tornam a realidade sua materia de abstração,tomam tudo que esta escrito como letra de lei,quando a lei não é nada,quando deveriamos derrubar a lei,sem leis ou fronteiras,a logica do bom-mocismo é exatamente,a logica contraria da revolução,da libertação da Humanidade,comporta-se dentro de um estrito codigo de honra e moral,perai! Moral?Sim,sim,moral meus caros,bom-mocismo é moralismo puro,é a feição jovem da classe media conservadora e cristã,fantasiada de revolucionarios,stalinitos broxantes no minimo,com suas magrelezas e ignorancias tradicionalistas proprias de sua classe,pensam que prestam grande serviço a classe trabalhadora,quando na verdade apenas pevertem o objetivo.
Com uma vanguarda assim,quem precisa da burguesia para conspirar contra a classe trabalhadora?Discursos anti-isso e anti-aquilo,pos-passado,neo-novissimo,radicais e prefixos,neologismos baratos e sem rigor algum.
Me pego imaginando um trabalhador,nordestino,algre e otimista até demais,como esse trabalhador veria o mundo pregado por esse bando de gente chata?A revolução é uma festa,se não for alguma coisa esta errada,só se guarda luto quando um ente querido morre,no mais todo o resto é só comemoração,pois afinal será ali que a burguesia morrerá,agora voces geração saude,caretas aos extremo,representantes do bom-mocismo,não me venham com essa de que estamos aqui apenas pela humanidade,o trabalhador da GM,esse sim esta pela humanidade,até porque faz parte dela,agora voces com esse discurso de padreco no seminario,estão noutro lugar que não a terra,venerando os pés feios de suas musas femistas.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Poetica - Como Fazer Versos. Maiakovski

"As crianças (e também as novas escolas literárias) querem sempre saber o que há no interior de um cavalo de papelão".

"Uma vez mais repito categoricamente: não forneço qualquer regra capaz de transformar um homem em poeta e de o levar a escrever versos. Essa regras não existem. Poeta é justamente o homem que cria as regras poéticas".

"A inovação é indispensável a uma obra poética. O material das palavras, as combinações achadas pelo poeta, devem ser reelaboradas. Se os versos são feitos com velhos resíduos verbais, a quantidade destes deve ser calculada em proporção com o material novo utilizado. É a quantidade e qualidade do material novo que condicionarão as possibilidades da mistura".

"O trabalho poético preparatório se faz de modo contínuo".

"O 'bloco de notas' é uma das condições essenciais para fazer qualquer coisa de válido".

"O tempo é necessário para deixar uma coisa já feita repousar"."Quando acabo um poema encerro-o numa gaveta durante vários dias, em seguida retiro-o e vejo imediatamente os defeitos que nele se escondiam. Trabalho muito fatigante"."O ritmo é a força essencial, a energia essencial, do verso".


Para Leandro e outros amigos conttribuintes ou não do blog,uma seleção de textos e frases de Maiakovski,em seu livro:Poetica - Como Fazer Versos.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Café Casablanca

Deus tirou ferias esse seculo
parace mesmo que voce quis me provar,
mas eu fiquei pra ver
e até aplaudi
a cena tola de sua vaidade
ao me negar.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Verso em solidariadade aos barbeiros

Parabens meu jovem branco

seu discurso rebuscado

é mesmo provido de retorica perfumada

humanidade

emancipação

e aos fins de semana andar de patins



Ler resumos de filmes lado B

parabens jovem branco

voce realmente tem muito a fazer

afinal sequer achou tempo

nesses ultimos tres anos

para aparar essa tua crina vergonhosa!



Parabens!

Realmente o mundo precisava de voce

com suas soluções fantasticas

de depois que aconteceu

parabens

jovem branco

seu discurso academico inflamou

o meu dedão!