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terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Medo da crise do medo

É Práxis, diante de uma previsão perde-se o contrato
E aquele suspiro derrete, remete ao desencanto
O labor então distante do fulgurante sindicato;
Diante do arbitrário,o suor torna-se pranto

E famílias, a revelia do luxo fadadas à rua
Vêem milhões olhando os telões, os bancos fartos
E mais e mais suas vidas não são suas
Demissões e recessos tal aborto no parto

E tantas ações perdidas no abstrato
Tantas omissões, corações relegados aos santos
Diante de uma previsão perde-se o contrato
Mas por muito tempo ninguém suporta tanto

Recessão humana de produtiva crueldade crua
Contradiz a razão a vontade, tudo tão amargo
Será alvejado da realidade que não mais se insinua
Olhares ardentes devem agir sem retardo!

E o medo da crise do medo que aumenta
Hotéis e restaurantes e paraísos na terra,
Permanecem lotados, o povo sequer se sustenta
Sem saber de que lado, aproxima-se a guerra

Mas por carência ou por resistência lenta?
Ou por que disseram “carregai vosso fardo” ?
Deixar-vos-ás à maré das ilusões bentas,
Ou por convicções fugazes e fazendo alarde?

Veremos as bolsas ruírem o capital pelos cantos
E as armas àsclasses darão um trato
No Estado, Na Religião, na contradição e seus mantos
É Práxis: diante de uma previsão perde-se o contato

Esperarás para ver ou verá sob si o mercado?

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