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domingo, 4 de janeiro de 2009

como nossos pais...

dizia a canção, um poeta amigo
agora tmabém eu digo:
vivemos como nossos pais...
parece nostalgico sono em terno abrigo
lirismo belo, distração feliz , ou mais...
mas é tão somente a hereditaria
inanição, apatia, choque e omissão
de quem trasmite a forma embrionaria
do desprezo do temor familiar e usurario
tudo isso, tudo então só, nunca dizer tolamente não
como nossos pais
achamo-nos unicos embora tratados tal desiguais
ainda assim nada tão apaixonante, nada tão...
osmotico, mareado em um velho quadro vão
um entardecer idilico, etilico, sifilitico, ou mais....
olhos superiores, sempre os mesmos, não tocam o chão
tantos amores, tantos vazios, como nos respeitaveis
progenitores do divagar perdido nos mesmos rumos
mesmos caminhos, perfidos e imemoráveis
mesmos fantasticos e obsoletos fumos
tudo parece tão diferente...mas jamais
jamais será igual, nada será como antes...
parecemos mais com nossos tempos errantes
do que com o longinquo e proximo dos pais...
mas repito: a inanição a aptia, o choque, a omissão
permanecem firmes no descaso, e a culpa do naufragio
é sempre do leme, do dolente, do incorreto sufragio
nunca...jamais...da incapacidade, da covardia, das proprias mãos.
Neste ponto, alguns podem sentir-se órfãos
estarão mais saudaveis, caso sejam classe media
senão permenecerão doentes do mesmo remedio
presos ao mesmo arreio como já dito, nada arredios
continuarão sem lutar, sem enxergar, permanentes sombrios??
Nossos pais escondem-se em canções fugidias
nós, da poesia com o perfume do futuro sem novos dias...

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