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domingo, 27 de julho de 2008

Sopros do futuro

Ameaça do pleno em um sopro de sal
e lá se encontrava radiante e mulher
nublada de flores envolta de canção e cristal
passos de asas soltas na alvorada celestial
lábios comuns no que o apreço ao sorrir requer.
Minha vista ardente pelo mineral
ofusca qual densidade leve tiver
lágrimas nos olhos tal mar qualquer
do amor reverso ao acalanto do mal.

Dispersa no mar negro de noites alvas
feito borboleta inocente, acariciava minha mão
e eu quase cego de amor e do langor da canção
sentia a intempérie aplicar-me de ressalvas
dizendo em meus ouvidos que a beleza que me salva
destroe minha corroente pele com sal e ficção
ao me distanciar dela, meus olhos recordarão
tê-la visto tão bela amargurante na imaginação.

Mas será no futuro, que mais belo estou certo
estará o sopro sedutor aos meus ouvidos distantes
Ouvirei os rouxinois cantarem ao ver meu semblante
E a verei lívida, reclamante do tardio que está tão perto
momento que todos esperam desde os mesmos futuros de antes
e que sei que verei de verdade não de sal, não no deserto
ela , qual a luta e a esperança me tomam o peito aberto
ela ,a liberdade, só se realiza, aos que a todos bradam as misérias reinantes.

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