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terça-feira, 6 de maio de 2008

rio

Escrevi algo no papel e o amassei
joguei a qualquer lado
verti ao vento o vinho
mesmo que as marcas não mudem
ate mesmo errado e isento
vi o verde pinho
o solo que ceifei só!
ao relento rente ao rio

O chão que encharcado mesquinho
pouca chuva choveu
o choro pouco cinzento e o sorrir
o rio, ao leito fome e frio
em pó na garganta o grito e o brio

mesmo que a maré mude
a raiva as raízes da ralé rude
cicatrizes calos que me acudem
marcas e dores de matizem se não mudem
ao menos sana o solo o pinho e eu
guarda na garganta o grito e o brio
Facas e tiros corifeus
ventos dos pinhos e vinhos do rio

Sofro por não grito
não bebo e não rio
aflito irá sombrio
atacar tanta privação e tanto vazio.

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