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sábado, 5 de abril de 2008

diferente e desigual

algumas coisas realmente são feitas pra que percamos nosso bom humor raro e costumeiro que nos é referencia corrente no mundo pseudo-intelectual popular de rimas discompostas em descomposturas: diferenças naturais em feitio de distinção humana.
A pura presuposição da diferença, da multiplicidade de valores na subjetividade ou na especulação simples baseada em vontades esporádicas justificam e explicam por que alguém é capaz de ser naturalmente distinto do bom, belo, justo e temperado!
È como dizer que alguém nasceu pra ser bem sucedido nos negócios, outro pra ser mulherengo, quem dera! aquela mulher nasceu pra independencia mas aquela é parideira nata e se segura, nego! Mas nasci pra não ser nada que não fizesse jus à minhas atitudes práticas independentes de minhas vagas opiniões que como se diz, são relativas; ou minhas vontades momentanas que servem apenas para tornar-me menos mediocre aos meus proprios olhos e aos de quem vê a vida alheia de camarote e esquece que no show sem protagonista todos são plateia e autores.
Não sou negro, não sou braco, não tenho raça , não tenho cor, não tenho etnia, não tenho religião, não tenho deus no coração que não seja o pulsar humano. Sou analfabeto de amizades, sou vagabundo pois sou honesto, sou poeta pois digo, sou eu por que ajo no mundo; o mundo sou eu hoje, eu amanhã serei a manhã de novas sensibilidades e compreensões mais completas.
Infelizmente a diferença é o substituto "natural" da desigualdade; (qe é dita de renda, de time de futebol ou qualquer outra que nos faz diferentes dos outros por não sermos nós mesmos, logo não somos nada, mas continuando) ignorando-se totalmente o modo real de nossa vida como se fossemos virtuais, como se houvesse diferenças entre "não prestar" e "não valer o que come" , acontece mesmo que é diferente quem não presta por que mal come.
Diferença evidente das contradições de classe inerentes ao capital e sua desumanização do homem, ao seu avanço tecnico das diferenças, e o aprofundamento do poço de nossa dignidade malhumorada, sarcastica e vaga , que até parece às vezes mero disabafo após o dia de trabalho fatigante ou após muitos sorrisos e saudações ignoradas: mas é apenas um motivo pra escrever sobre a raridade que se perde em nós mesmos.

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