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quinta-feira, 10 de abril de 2008

A decadência nos olhos da amada

ó minha amada
que nos olhos teus perdeste o lume , e agora tudo o que vejo é o ápice do próprio fim, é a decadência da poesia e do heroi que morreu em seus olhos à lutar mendigo e pagão. Nos olhos de minha amada cantava-se lendas, canções alegres madrigais , mas os canticos hoje são desesperos ritmicos com fonemas encadeados. Ó minha amada! não deixes teus olhos fenecerem após tanta vida que lhe foi exaltada e exalada.
Progride apenas esses dissabores que te escurecem o espirito e o agarram e o dragam para a profunda perfidia que é vender a alma pra quem acha que saberá o que fazer com elas. E o progresso em seus olhos minha amada, tira-lhes a cor, a poesia a ambrosia que se assemelhava com o horizonte que alvorara; hoje decai seus brilhos pois não lutas contra o vazio do cais onde ancoravam descobridores do humanismo e da beleza que lhes era transparente. Afundam em seus olhos e são esquecidos feito piratas naufragos e ébrios.
Mas não se aborreça, seus continuam a olhar, não vêm-me mais entre a multidão de anonimos, mas olham borrões no céu nublado e impressões subjetivas nos predios antigos; não te esqueças , ó minha amada, que habitei seus olhos mais de uma vez, e não deixarei que afugentem-me o fulgor; conheço caminho e trilharei apenas se lutares pela vida que lhe é candente e própria.
O´minha amada! não te esqueças que o progresso decai e a decadência progride!
Teus olhos gritam-me em agonia; lutai pela vida e pela tão bela expressão de meu amor.

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