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quinta-feira, 27 de março de 2008

borboleta incolor e flor do deserto

me encontro num campo
de concreto asfalto incerto
vivo feito a flor do deserto
a borboleta incolor
que perdera-se nas metamorfoses do estático
nos suspiros matemáticos
onde tudo é só e perto

Incolor me encontro
no grito
no silêncio aflito
da rua noturno
a flor que é deserto
a borboleta que é motivo
do conflito
do suspiro só intuitivo
só se encontram se a chuva não furtiva
lembrar que o peito deserto
e soturno
é processo
é caminho
onde tudo é só e perto
não se toca com carinho

é o fenecer
é a borboleta a morrer
e o sem cor da terra
que ora se encerra
logo se abarca a aborrecer
creio que a chuva
não irá aparecer
e aflor que só torna viúva
ou noiva do vazio
apenas aguarda o frio
pra também perder o feitio

ficaram desertos asfalto
a completarem-se pelo alto
incolores incertos
onde tudo é só e perto
ninguém se aproxima
a flor amadurece e morre menina
a borboleta não cresce
meu peito seco
regar-se-há sozinho.

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