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sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

quão sublime !

Enquanto eu puder, estarei
na noite de seus olhos à versar serestas
à mostrar os caminhos da lua onde passei;
depositando carinho em suas frestas.
No sigilo da nudez, noturnas festas
cujos braços se expandem às terras do rei
tão bem protegidos campos, tantas verstas
de distância entre mim, seus lábios e suas arestas
quando me espulsardes dos olhos, nos seios permanecerei

Ah se eu pudesse, estaria
Nos seus seios a propor canções
à corar sua face como o sol ao dia
roubando-lhe a sombra e quebrando-a em frações
E envolvo-te na luz da noite; no dia das assombrações
com cânticos, feito o pássaro assobia
sinto de seu perfume natural as vibrações
quem dera transformar meus pensamentos em ações
Mas agora em teus lábios, repouso enquanto te arrepias

Mas quão sublime !!!
quanto as aguas trementes das cachoeiras
quanto a finitude do silêncio que reprime
este amor que se impõe de mil maneiras !
todas essas mentiras que se julgam verdadeiras
que só enganam quem confessa o crime
da indiferença que se fere inteira.
eu não, entrego-me à teus seio lábios e fronteiras
E a teus olhos onde toda dor se redime.

Um comentário:

Yousseph disse...

muito bom muito bom mesmo velho é maisou menos aquilo que conversamos na festa sua poesia é sobre o mundo apartir de vc,suapoesia é o mundo e o universo externos e internos sua pesia quandofal de outros fala de vc

Yousseph