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domingo, 13 de janeiro de 2008

ontem à chuva


Só sairei da chuva quando o sol raiar nos sorrisos trabalhadores. Chuva cujo alivio foge à nosso cansaço mas é conversos em abraços húmidos e sinceros. Chuva que só sairei seco em sombras, porém não me destaco na noite, sou o canto de despedida dos amores sobreviventes.
Chuva de incontáveis partes, mosaico de desilusões onde nos encontraremos após o samba anônimo de vida impovisada e impagável carisma.
Insanidade que destrata, sobriedade que revigora chuva que preenche e se remove junto as lágrimas de minha felicidade!!! Ontem à chuva os sorrisos raiaram naqueles que deixaram parte de si no mundo do labor, de sábado, e os abraços foram os mais intensos que uma chuva estial pode querer!! Nada como a falta, como a contingência despertas pela arte e pelo carinho e piadas de mal gosto. Dormirei após a chuva junto aos pássaros, cantei inebriado de saudade junto aos parques urbanos, e com o peso do mundo e das roupas molhadas me encontro na descrença alheia.
Ontem à chuva não me esquecerei que hinos em feitio de agradecimento, de agrado, por ter feito da chuva fria, tépido coração... húmido de lágrimas, felicidade e esperança!!!

agradeço meus amigos molhados , fálidos, e sinceros! abraço, luta e arte.

Um comentário:

Fernanda disse...

foi a melhor chuva da minha vida!